18 de nov de 2017

Confraternização Adegraf + ADG

Ontem aconteceu a confraternização conjunta da Adegraf com a ADG Brasil no restaurante Madero Steak House, em uma noite regada a muito bate papo e reencontro de velhos e novos amigos.



Com objetivo maior de celebrar o Dia do Design (5 de novembro) e o aniversário da Adegraf (24 de outubro),  o encontro vem reforçar os laços de parceria das duas entidades, que possibilitou a vinda da 12º Bienal Brasileira de Design Gráfico à Brasília, e também serviu de um ótimo pretexto para nos despedirmos do designer e showman Bruno Porto, que está de partida para a Holanda: sucesso na terra dos tamancos de madeira, Brunão!



As diretorias das Adegraf e ADG agradecem a presença de todos, esperando que os próximos encontros sejam tão agradáveis quanto esse.


15 de nov de 2017

Por que preciso mudar minha marca?

Antes de qualquer coisa, a renovação de uma marca é algo muito comum, não fique espantado...

Observe as marcas que estão à sua volta e perceberá que muitas empresas renovaram sua identidade visual recentemente. Isso ocorre em todos os segmentos, por diversas razões... O dia de alterar ou modernizar a sua marca também vai chegar, fique tranquilo.

 As marcas possuem uma vida útil, ficam desatualizadas ou apenas necessitam de uma renovação por motivos estratégicos da organização.

 Esse texto visa exemplificar algumas razões para isso.

 1) Mudança de nome

 Talvez o primeiro motivo seja a escolha incorreta ou inadequada do nome. Por falta de um estudo mais profundo ou até mesmo em função da pressa, o nome escolhido pode ter sido a melhor opção em um certo momento, mas posteriormente se mostra inadequado para representar a marca, seja por vários motivos, e chega o dia em que é preciso mudá-lo.

 Outra razão muito comum é a falta de registro junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), órgão regulador dessa tarefa. Se uma empresa escolheu um nome mas não se preocupa em protegê-lo legalmente, pode vir a ter problemas no futuro quando descobre que uma outra empresa tem o mesmo nome registrado ou em processo de registro.

 Também é corriqueira a ampliação ou mudança de atividade. Você escolhe um nome que limita a sua atuação e depois resolve expandir seus serviços. Ou seja, o nome fica desconexo com a realidade atual.

 A escolha do nome é muito importante, pois a sua marca ou empresa vai ter que ser representada por ele durante muito tempo ou, se tiver sorte, para sempre. O naming, atividade do Design que trabalha a escolha e planejamento do nome de uma marca, produto ou empresa, é uma das etapas mais complexas realizadas pelo Designer, seja em função de termos muitas mempresas no ramo, quanto pelas regras legais que limitam a escolha de um nome e seu registro.

 Enfim, a alteração de uma marca por mudança de nome pode ser necessária.

 2) A marca está visualmente arcaica ou antiga 

 Muita gente não sabe, mas as marcas também contam histórias. Elas podem estar ligadas à uma época ou momento específico da história da empresa, quando foram criadas, e, com o passar do tempo, ficam sem consonância com as mudanças socioculturais ou da própria empresa e de seus produtos e serviços. Quando o desenho da marca não acompanha essas mudanças, corre o risco de tornar-se ultrapassada.

 A ampliação ou mudança de atividade também pode afetar a percepção de como a marca é vista pelo consumidor, tornando-a desatualizada quando deixa de comunicar o que precisa para seu público.

 O mundo está em constante evolução. O mercado atual demanda um nova postura em relação a pensamentos e hábitos de consumo. As gerações mudam e mesmos as pessoas mudam suas preferências com o passar dos anos. Em alguns casos, não atualizar a marca pode passar uma impressão de abandono ou falta de cuidado com a comunicação e ela deixa de ser contemporânea. Como o mundo de hoje é bastante dinâmico, acompanhar as mudanças faz parte do jogo.

 3) A marca não foi contcebida por um profissional 

 Aqui o negócio é mais sério do que muitos pensam. Para desenvolver um projeto de marca e sua identidade visual é fundamental ter conhecimento e expertise adequados para tal. Entretanto, por motivos de economia, nem sempre o serviço é realizado por um profissional com tais qualificações, o que pode acarretar em uma grande perda de tempo e dinheiro do parte do empresário.

 Para começar, o prestador de serviços sem formação específica ou experiência de mercado pode não ter a competência necessária para entender como funciona um projeto de identidade visual. Ele pode não ser capaz de prever o uso da marca em todo o universo de pontos de contato com o cliente e apenas criar um desenho ou símbolo "engraçadinho" que não alcançará o verdadeiro potencial que uma marca exige. Isso não é suficiente. É preciso projetar uma marca pensando em todas as suas aplicações e, principalmente, nas diretrizes do branding da empresa. E imprescindível o desenvolvimento de um manual de aplicação consistente e que oriente todos os agentes que tenham contato com a marca (gestores, fornecedores, parceiros, etc) para que possam aplicá-la de forma correta.

 Muitas vezes, quando solicitamos o envio da marca para a realização de um trabalho, é bem comum perguntarmos pelo arquivo em formato vetorial, qual o Pantone de referência, a tipografia utilizada e um monte de outros detalhes que geralmente o dono da marca desconhece, mas que devem estar previstos no manual de identidade visual. Quando isso acontece, já vi muita gente capturando a marca na internet. Você pode perguntar: Qual o prejuízo? Pois bem, cada vez que isso acontece, a marca perde qualidade e sai diferente do planejado, o que demonstra falta de zêlo do empresário com a própria imagem da empresa.

 Mas o que eu faço então?

 Existem casos que somente o redesign de uma marca pode ajudar. Em outros, basta ajustar o desenho atual dentro de um sistema de identidade que tenha um melhor funcionamento. Cada caso deve ser visto individualmente.

 A sugestão que deixo é contratar uma consultoria em design para avaliar a marca e sua identidade e, assim, traçar a melhor estratégia.

 Eduardo Meneses (Designer Gráfico, Consultor em Design, Vice-presidente da ADEGRAF)

 Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/por-que-preciso-atualizar-minha-marca-eduardo-meneses

7 de nov de 2017

Você quer resultados novos com práticas antigas?



A cultura organizacional é basicamente o conjunto de valores, regras e princípios adotados por uma empresa, e ela interfere diretamente na reputação de uma marca... Sério, é isso mesmo? A resposta é sim: a cultura organizacional pode gerar resultados positivos ou negativos, mas vamos entender um pouco mais sobre o assunto.

O Branding, que é a gestão de marcas, tem como objetivo garantir a reputação de uma empresa ou produto. Ele trabalha não só para construir uma boa imagem, mas para que ela realmente entregue o que promete, reunindo várias áreas do conhecimento (design, publicidade, marketing e administração) com o propósito de colocar a marca na mente das pessoas. Não se trata apenas da conceituação visual, mas de todo o discurso da marca e em toda comunicação com seu consumidor. 

Aprofundando um pouco mais, sabemos que o mundo tem passado por muitas mudanças e de forma muito intensa. As estruturas das empresas, os modelos de negócios e as pessoas não são mais as mesmas. Agora, os consumidores estão mais atentos e exigentes, preocupados se uma marca ou produto cumpre mesmo o que promete. Não adianta passar uma falsa impressão aos seus clientes: se elas vendem uma imagem mas não a vivem internamente, logo perdem espaço no mercado.

No mundo de hoje, há empresas como o AIRBNB que conecta turistas a locais de hospedagem no mundo inteiro sem ter um único imóvel. O UBER presta serviços de transporte privado sem possuir um único veículo próprio. O mundo mudou mesmo!

Se uma organização vende uma imagem de empresa moderna, inovadora e que respeita às relações humanas, mas sua gestão interna é conservadora e ela possui uma coleção de processos trabalhistas ou de assédio moral, logo perdem credibilidade. Ou exemplo é o caso da SAMARGO em relação ao desastre em Mariana-MG… aqui nem é preciso entrar muito nos detalhes para perceber sobre o que estou falando.

Falando agora um pouco sobre modelo de gestão, no Brasil dispomos de um modelo mais rígido ou tradicional. Em grande parte das empresas, o nível hierárquico entre seus componentes é bastante severo. Nelas, os proprietários vivem como se seus colaboradores fossem parte de sua propriedade particular, há pouco diálogo e o nível de satisfação dos trabalhadores é baixo. Aqui vemos a figura tão conhecida do “Chefe”, e boa parte deles acha que os funcionários não vestem a camisa da empresa. Elas não vivem a missão, visão e valores que prometem - são apenas quadros pendurados nas paredes, e esse tipo de prática não rende bons resultados a longo prazo.

Mas atualmente existem empresas mais flexíveis, aquelas chamadas orgânicas. Elas costumam valorizar o indivíduo e suas relações, baseiam-se na confiança em seus colaboradores e no compartilhamento de responsabilidades. Grande parte investe no conhecimento dos funcionários, ao contrário do modelo anterior, que acredita que investir em cursos ou capacitação é perda de tempo e dinheiro, porque têm medo deles irem embora. As empresas orgânicas entendem que ter pessoas mais qualificadas traz melhores resultados. Elas não possuem "chefes", mas "líderes", e posso garantir que os resultados das duas culturas são bem diferentes.

O objetivo deste texto não é dizer qual modelo está correto, mas sim alertar que ambos têm resultados distintos e que não se consegue novos resultados com práticas antigas.

Talvez já seja a hora de mudar, e investir em Branding na sua empresa pode ser o primeiro passo dessa mudança.

Eduardo Meneses
Designer gráfico, Consultor em Design e Vice-presidente da ADEGRAF

texto escrito em 28/10/17
fonte: https://www.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-quer-resultados-novos-com-pr%C3%A1ticas-antigas-eduardo-meneses/

5 de nov de 2017

5 de Novembro: Dia Nacional do Design



O Dia Nacional do Design foi instituído, em 1988, por decreto do então presidente Fernando Henrique Cardoso, em comemoração ao aniversário de Aloísio Magalhães, um dos maiores Designer brasileiros e grande responsável pela introdução do Design moderno no país.

Aproveitamos a data não só para parabenizar profissionais, estudantes, professores e criativos que trabalham diariamente no engrandecimento dessa profissão que é tão inovadora, mas também para agradecer a todos vocês, associados, pela confiança depositada na ADEGRAF ao longo desses 16 anos de existência, completados no último dia 24 de outubro.

Um grande abraço e que venham mais 16 anos pela frente, pelo menos!

Diretoria Adegraf.

31 de out de 2017

Afinal, qual a importância de fazer parte de uma associação?



Tenho visto muitos colegas de profissão discutindo sobre estar ou não filiado à uma associação de classe. O que eu ganho com isso? É a primeira pergunta que fazem. Porém, as associações não são necessariamente clubes de vantagens, oferecendo bônus aos seus participantes. Acredito que a melhor pergunta seria: como posso fortalecer minha associação? Ou… Como posso contribuir para ter minha profissão melhor?

Em sua maioria são entidades gerenciadas por voluntários que tiram bastante do seu tempo pessoal ("sem ganhar nada com isso"), em benefício dos outros colegas. Olha o "ganhar" aparecendo de novo… Penso que são pessoas que entenderam o poder da coletividade e desejam uma profissão reconhecida e valorizada. Realizam eventos, aumentam as redes de relacionamentos entre profissionais, criam parcerias, etc. Talvez não recebem em valores monetários, mas ganham bastante com o trabalho que fazem. No entanto, poderia ser melhor.

As associações de design no Brasil, em geral trabalham praticamente no vermelho, pois sobrevivem basicamente das suas anuidades. E essas anuidades são uma grande barreira para os designers, afinal, alguns acreditam que é um absurdo pagar entre R$ 150,00 a R$ 350,00. Mas quanto dá isso por mês? R$ 10,00? R$ 30,00? Com esses valores nem mesmo conseguem ter um local fixo para realizar reuniões, ter encontros, etc. Todavia, com os mesmos valores e mais associados teriam mais verbas para realizar suas ações.

Essas entidades estão longe de serem perfeitas, é claro. Apesar disso, realizam muitos feitos que são importantes para a profissão. Entre acertos e erros, carregam o peso de sonhar com dias melhores para a atividade, quase sozinhos. Pra mim, associar-se à uma entidade dessas é acreditar que o design trasforma a vida das pessoas, desenvolve as empresas, cria produtos mais inteligentes, etc. E que juntos podemos realizar muito mais. Se você também acredita e ainda não faz parte de nenhuma delas ainda, aproveite e contribua de alguma forma, principalmente se associando.

Eduardo Meneses (Designer Gráfico / Vice-presidente da ADEGRAF)

Texto publicado em 13/10/17
Fonte: http://bit.ly/2hrMUuT

24 de out de 2017

ATENÇÃO: hoje tem Audiência pública para debater o PL sobre a Regulamentação dos Designers

Saudações a todas e todos que estão ajudando a construir a agenda do Design em Brasília

Como alguns aqui talvez já saibam, dia 24/10, haverá em Brasilia, uma Audiência Pública cujo tema é debater o Projeto de Lei n.º 6808/2017, que dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer

Ela foi antecipada em 14 dias da data anteriormente marcada, dia 07/11, o que nós coloca uma tarefa emergencial para prepararmos uma intervenção unificada dxs designers por lá.

A idéia da construção dessa audiência, partiu da conversa supra associações de Design, MDCI e a equipe do mandato do Dep. Mendes Thame que conduz o PL 6808/2017, ocorrida dia 18/07, por vídeo conferência.

Dessa forma, nós da ADP/CBrD/CNPC e demais parceiros, começamos a estabelecer conversas bilaterais com o mandato do Mendes Thame, para ajudar a viabilizar essa consulta e para preparar uma intervenção potente dos designer lá em Brasília, na data.

Nos dias 28 e 29 de Setembro, participei do Seminário internacional de Desenho Industrial realizado em parceria com o Sebrae Nacional no Rio de janeiro e em conversa com o Gustavo Saboia do MDCI e Gabriel Patrocínio durante o evento e com a Ana Prata, também do MDIC e o Daniel Nishiwaki, pós seminário, pré elaboramos um formato que gostaria de com partilhar com vocês por meio desse email, para conseguirmos avançar com consenso e novas idéias na construção dessa agenda.

Segue cronograma que criamos para as intervenções lá me Brasília a respeito da Audiência Pública sobre regulamentação. 

Seria muito importante que os representantes do CNPC de cada região e território possam enviar algum representante para Brasília nesse dia, ou que consigamos produzir, nos próprios territórios, ações de visibilidade sobre o tema que será debatido no dia 24/10.

Para ajudar a contextualizar sobre esse dia, a Audiência Pública surgiu como uma iniciativa de problematizar junto aos ministérios abaixo descriminados, quais são as arestas e incongruências que eles entendem haver na regulamentação da nossa profissão, para que possamos explicar que o PL em questão não visa ferir e nem entrar em conflito com o artigo 5º da constituição, que foi a linha condutora do veto ao antigo PL que visava regulamentar a profissão.

- Ministério do Trabalho;
Ministério da Educação;
- Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços;
- Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações;
- Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
- Casa Civil da Presidência da República;

Também nesta audiência esperamos poder apresentar argumentação suficiente para rebater as criticas apresentadas pelo principal Nota Técnica do Ministério do Trabalho (que é um parecer que os Ministérios mandam à Presidência da República para se posicionar a favor ou contra a sanção de determinado PL), e que apresentaram os argumentos mais sólidos com relação ao veto do PL anterior.

Seguem esses documentos compilados para ajudar nas intervenções que vocês poderão construir, seja lá em Brasília (preferível) ou seja nos Estados onde estão situados.

Os eventos lá estão organizados até esse momento da seguinte forma:

Das 8h00 as 12h30, estarreçamos la no MDIC no espaço que a Ana Prata conseguiu por lá para 50 pessoas (Esplanada dos Ministérios, bloco J), para:

- Agrupar os e as designers que ajudarão na intervenção sobre o tema na audiência pública.
- Alinhar dúvidas, compartilhar subsídios e repertório sobre a regulamentação cujos quais é preferível estarmos afinados na audiência.
- Tirar dúvidas e trocar informações sobre a leitura da Nota Técnica do mistério do Trabalho, que foi o ponto chave para o veto do último PL sobre o tema. 
- Fazermos um almoço coletivo no mezanino do MDCI antes de partirmos para o Anexo II, plenário 12.


Das 14h30 às 18h, Audiência Pública na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Pública (CTAPS) da Câmara dos Deputados, Anexo II, Plenário 12

TEMA: "Debater o Projeto de Lei n.º 6808/2017, que dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer.


Das 17h/18h. às 21h, estaríamos no laboratório que a Dani Garrossini conseguiu na UNB (Universidade de Brasília- Campus Darcy Ribeiro - Prédio SG11 - Núcleo de Multimídia e Internet-NMI - 1 andar), para:

- Nos agrupamos de novo para fazemos um rápido balanço da audiência.
- Elaboramos um documento que ajude esse grupo a manter a pauta ativa, a disseminar esse tema nos espaços de atuação de cada um e uma e nortear a categoria para os próximos movimentos.
- Pensar formas de dar maior visibilidade a essa pauta na categoria e sociedade.
- Tarefas que seriam interessante tentarmos viabilizar.

Por gentileza, vamos aproveitar esse momento para colher sugestões sobre a intervenção e começar a confirmar quem poderá estar nessas três atividades.


Abraços!



Cesar Habert Paciornik

HPDesign - ADP - CBrD - CNPC

1 de set de 2017

Novo projeto de regulamentação do Designer segue em andamento na Câmara.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6808/17, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP), que regulamenta a profissão de designer. O texto define o designer como o profissional que desempenha atividade especializada de caráter técnico-científico, criativo e artístico para a elaboração de projetos de sistemas, produtos e/ou mensagens visuais que atendam às necessidades do usuário.
O Congresso já aprovou, em 2015, proposta regulamentando a profissão de designer (PL 1391/11, do ex-deputado Penna), mas o texto foi vetado pela ex-presidente Dilma Rousseff, e o veto, mantido pelos parlamentares. Segundo a ex-presidente, o veto ocorreu por se tratar de matéria inconstitucional, que contraria o artigo 5º, o qual assegura o livre exercício de qualquer trabalho, admitindo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer dano à sociedade.
Leia mais no portal da Câmara dos Deputados: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/541946.html

20 de ago de 2017

Palestra Design Estratégico: o Design e a entrega da promessa da marca

Ontem aconteceu a palestra com a designer Cecília Consolo, um dos muitos eventos incluídos na programação da 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, que contaram com a realização da Adegraf e apoio do Sebrae DF.
Durante 8 horas, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desta grande profissional, além de se aprofundar em temas super interessantes como branding, identidade visual e experiência da marca.


Esperamos que a experiência tenha sido proveitosa para os presentes e agradecemos mais uma vez o apoio do Sebrae DF para a realização de mais esse evento de sucesso.

5 de ago de 2017

Começou a 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico!

Ontem aconteceu a abertura da 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, uma realização da ADG Brasil em parceria com a ADEGRAF.

Acontecendo na Caixa Cultura Brasília até 10 de setembro, quem for conferir terá a possibilidade de ver outras 3 exposições que acontecem paralelamente e que também fazem parte da Bienal: a Tipos Latinos: Sétima Bienal de Tipografia Latino-Americana, e exposição Primeiras Impressões: o nascimento da cultura impressa e sua influência na criação da imagem do Brasil, e a mostra Notícias em Cartaz: as capas premiadas do jornal Correio Braziliense.


No ano em que se comemoram 25 anos de Bienal, a mostra apresenta a maior quantidade de trabalhos em exposição: são ao todo 50 projetos, selecionados entre os 500 escolhidos pelo juri e que fazem parte do Catálogo da Bienal, que pode ser comprado no site da editora: www.blucher.com.br

Além das exposições, a Bienal terá uma programação intensa com conferência, palestras, cursos e workshops, muitos com valores promocionais para associados Adegraf.

Confira toda a programação no site da Bienal: http://bienaladg.org.br/

25 de jul de 2017

Design Sprint: quando o Design e a velocidade importam

Ontem aconteceu mais um evento promovido pela Adegraf: o Workshop sobre Design Sprint, com a Designer Carla de Bona, consultora para projetos de UX/UI Design em empresas, startups e professora de UX Design nos cursos de graduação e MBA da FIAP, dentro outros.



Apesar do pouco tempo, os participantes puderam conhecer, por meio de exemplos práticos e interações em grupo, um pouco mais sobre esse método lançado pela Google, cujo principal objetivo é testar o potencial de uma ideia, produto ou serviços ainda na etapa inicial de desenvolvimento, evitando desperdício de tempo e recursos que poderiam estar sendo investidos de outra maneira.



O evento aconteceu no Manifesto Coworking e associados Adegraf tiveram desconto de 40% na inscrição. Agradecemos a participação de todos os presentes e esperemos vê-los também nos nossos próximos eventos.


18 de jul de 2017

Réplica da Adegraf para a resposta da Rede Sarah sobre o Processo Seletivo


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Prezada Sra. Luciana Rossi,

Agradecemos a resposta e a atenção de vocês em analisar nossas considerações sobre o Processo Seletivo vigente para a contratação de um(a) designer gráfico.
No caso da ocorrência de divergências sobre a profissão do designer gráfico, a atuação da Adegraf sempre foi visando encontrar a conciliação ou o entendimento sobre possíveis soluções para o conflito.
Como o processo seletivo tem algumas fases até a contratação definitiva do(a) designer, acreditamos que ainda existe tempo suficiente para uma mudança em relação à nomenclatura e à classificação das exigências em relação à formação superior dos participantes.
Como representante dos profissionais e dos estudantes no Distrito Federal, a Adegraf recebeu diversas manifestações contrárias à iniciativa descrita no Edital - no caso específico, das exigências referentes à formação superior dos candidatos. Sabemos que profissionais estão se organizando para questionar as referências do Edital em processo judicial. E pelo menos uma faculdade está nesse mesmo caminho.
Nossa solicitação foi com a proposta de tentar evitar conflito maior e para não atrasar a contratação de um(a) colega designer gráfico. Em função disso, reiteramos nossas considerações.

Atenciosamente,
Wagner Alves
Presidente da Adegraf



7 de jul de 2017

Posicionamento da Adegraf sobre o Processo Seletivo da Rede Sarah

Em 22 de junho de 2107, a Rede Sarah de Hospitais e Reabilitação lançou em edital a abertura de seleção pública de provimento de 3 cargos - Designer de Produto, Designer Gráfico e Web Designer, onde especificava que somente formados em Desenho Industrial poderiam participar do processo. Como a formação em Design vem, há anos, ganhando novas formações e nomenclaturas em função das necessidades do mercado, a ADEGRAF também vem se adaptando a essa realidade, na medida em que ampliou a aprovação de novos associados que sejam formados não só em cursos de bacharelado, mas também tecnólogos e pós-graduados em Design Gráfico, Programação Visual e Comunicação Visual. Sendo assim, após termos recebido alguns questionamentos de associados que se enquadram nesse situação e que se sentiram prejudicados pela exigência da formação, a ADEGRAF contactou a organização realizadora do processo seletivo a fim de interceder em nome desses profissionais. Abaixo segue o comunicado enviado aos nossos associados pelo presidente da associação, Wagner Alves:

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Olá, bom dia, 

Estive na sede da Rede Sarah para apresentar a posição da Adegraf e nossas solicitações em relação ao Processo Seletivo. Conversei rapidamente com uma representante do Departamento de Recursos Humanos. Acredito que nossas considerações serão contempladas. Vamos aguardar!  

Sabemos que excelentes profissionais da nossa área de trabalho não tem curso superior em desenho industrial. Mas, também sabemos que essa oportunidade de formação está disponível há décadas em todo o País.
Depois de analisados todos os questionamentos e observações dos nossos associados, chegamos a decisão de que a exigência, no Processo Seletivo da Rede Sarah, pela formação em curso superior na área de design gráfico é válida e de grande importância. 
No entanto, nossa recomendação para a área de RH da instituição foi para flexibilizar a denominação do curso e para considerar também a situação dos Tecnólogos. Abaixo está um trecho (que resume bem nossas recomendações) do Ofício que protocolamos na sede da instituição:

"Pelo exposto, a ADEGRAF solicita ao órgão competente que reavalie os critérios de seleção e também considerem válidas as inscrições de profissionais que tenha formação em cursos de Design Gráfico, Comunicação Visual, Programação Visual e Artes Visuais, sejam eles bacharelados ou tecnológicos reconhecidos pelo MEC, além dos demais requisitos solicitados. Entendemos que, até que a profissão seja regulamentada, as diversas denominações devem ser aceitas, desde que a grade curricular dos cursos seja semelhante. Nesse caso, se compararmos a grade curricular dos 164 cursos de bacharelado e tecnológicos oferecidos nas áreas de Design Gráfico, Programação e Comunicação Visual em atividade e reconhecidos pelo MEC, notam-se que os conteúdos programáticos apresentam matérias iguais, correlatas ou complementares, preparando os formandos para exercer a profissão de forma plena."

Agradecemos a participação de todos que contribuíram com esse processo. 

Valeu, forte abraço, 
Wagner Alves 
Presidente da Adegraf 

18 de mai de 2017

Nota de Esclarecimento








O grupo Regulamentem o Designer Já!, composto pela Abedesign (Associação Brasileira das Empresas de Design), ADG Brasil (Associação dos Designers Gráficos), ABEST (Associação Brasileira de Estilistas), SC Design (Associação Catarinense de Design), ProDesign>PR (Associação das Empresas e Profissionais de Design do Paraná), ABEPEM (Associação de Estudos e Pesquisas em Moda), Adegraf (Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal), ADP (Associação Nacional dos Designers de Produto), ApDesign (Associação dos Profissionais em Design do Rio Grande do Sul), CBDI (Centro Brasileiro de Design Industrial), CBD (Centro Brasil Design), Design na Brasa, CNPC (Setorial de Design do Ministério da Cultura) e a SBDI (Sociedade Brasileira de Design da Informação), vem a público informar que não possui vínculo com o “Movimento dos Designers do Brasil”, não foi consultado sobre o Projeto de Lei 7520/2017 recentemente protocolado na Câmara dos Deputados, e tampouco consentiu menção das associações acima citadas no referido projeto de lei.

Seguimos acreditando na importância da regulamentação da profissão de design, porém, sem abrir mão de uma construção coletiva, horizontal, e que envolva, desde o início, os diversos órgãos representativos dos designers brasileiros.

Grupo Regulamentem o Designer Já!

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* PS: Essa postagem visa retificar a matéria do link abaixo, onde o nome da ADEGRAF, bem como de outras entidades, foi citado sem sua autorização ou conhecimento:

http://www.polocriativo.com.br/blogcriativo/novo-projeto-de-lei-que-regulamenta-a-profissao-de-designer-grafico-e-apresentada-em-brasilia/

11 de abr de 2017

Afinal, o que faz um UX Designer?

Prestigie o nosso próximo evento e venha saber o que faz um UX Designer! Aberta a todos, a mesa redonda terá a participação de profissionais especialistas em UX Design (Renan Castro e Leonardo Antonialli) e em Design Estratégico (Andrea Castello Branco e Marcelo Judice). Será aberta a todos e acontecerá no próximo dia 20 de abril, a partir das 19hs, no Auditório D da Faculdade IESB Asa Sul. 

A 12ª Bienal de Design Gráfico vem ai. Aguardem!


1 de abr de 2017

ABNT disponibiliza primeira norma para serviços de design

Os serviços de Design tem sua primeira norma brasileira publicada, a ABNT NBR 16516 Serviços de Design - Terminologia, que conceitua os termos básicos do Design, e pode ser adquirida pelo site: http://www.abntcatalogo.com.br/sebrae/

Ela é fruto de dois anos de trabalhos da Comissão de Estudo Especial de Serviços de Design da ABNT (ABNT/CEE-219), uma parceria firmada entre a ABNT e o Sebrae, que contou com a participação de representantes de diversas instituições profissionais e de ensino do país (ADP, ADG, Adegraf, Abedesign, Prodesign-PR, Sindesign, ABD, Centro Brasil Design, Centro Minas Design, ABRE, Abiplast, Abinee, INPI, CAU, SEBRAE, PUC-PR, UERJ, SENAC, SENAI, UFPR, FAAP, UEMG e UniBH), e que também esteve aberta à participação pública pelos sites daquelas instituições.

Os trabalhos da Comissão continuam em andamento, agora no desenvolvimento da norma ABNT NBR 16585 Serviços de design – Diretrizes para boas práticas, que está aberta para consulta nacional pelo site: http://abnt.org.br/imprensa/releases/5033-norma-de-servicos-de-design-em-consulta-nacional

16 de mar de 2017

12º Bienal de Design Gráfico: as inscrições de trabalhos terminam no próximo final de semana!

As inscrições de trabalhos para a 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico se encerraram às 23h59 do domingo, dia 19/3 (com prorrogação até às 18h da segunda-feira, dia 20/3, para upload dos trabalhos).
Até o mês de maio, o júri online irá avaliar os 1.384 projetos inscritos. Os trabalhos com maior pontuação irão compor a seleção da 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, sendo expostos no site e publicado no catálogo impresso por meio de financiamento coletivo.
Os jurados indicarão ainda os projetos que mais se destacaram na seleção e a curadoria outorgará até 50 Troféus Destaques. Os projetos premiados irão compor a mostra da 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico a ser realizada nos dias 4/8 a 10/9 de 2017, na Caixa Cultural Brasília.
Abraços,
Wagner Alves


24 de jan de 2017

12ª Bienal de Design Gráfico


A BIENAL BRASILEIRA DE DESIGN GRÁFICO é o momento em que o Design Gráfico Brasileiro reflete suas conquistas, discute seus rumos e traça seus planos, propondo um intenso diálogo com a inovação, o empreendedorismo, a cultura, o desenvolvimento econômico, a sustentabilidade e a sociedade. É onde a categoria reconhece seus avanços, homenageia seu passado, expande suas fronteiras e estimula seu futuro.

Desde sua primeira edição, em 1992, a Bienal tem sido a grande celebração do Design Gráfico Brasileiro. É o mais tradicional ponto de encontro de todos os integrantes – profissionais, clientes, fornecedores, estudiosos, educadores e estudantes – deste imenso segmento da indústria criativa, que ganha mais peso a cada ano. Nestas onze edicões realizadas pela ADG Brasil ao longo de mais de duas décadas, a Bienal reuniu, registrou e expôs cerca de 2.800 projetos de design para um público calculado em quase 300.000 pessoas de 50 países.

Concebida e realizada em São Paulo em suas primeiras dez edições, há dois anos a Bienal deu início a um processo de itinerância pelo vasto território brasileiro, realizando sua 11ª edição no Rio de Janeiro, por ocasião dos 450 anos da Cidade Maravilhosa. A proposta da 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico é dar continuidade a esta pauta e às incorporadas nas últimas edições, como promover um evento fundamentalmente sustentável, no qual inscrição, pagamento e envio de trabalhos acontecem 100% online, e o registro da seleção é acessível tanto virtualmente como por meio do catálogo impresso.

No ano que celebra 25 anos de existência, a Bienal acontece pela primeira vez em Brasília, em uma realização conjunta da Associação dos Designers Gráficos - ADG Brasil e a Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal - ADEGRAF. O desafio desta 12ª edição é ampliar a seleção dos projetos, de 17% - médias das últimas Bienais de aproveitamento de inscrições  - para 30%, abrangendo com mais representatividade a diversidade da produção brasileira de design. Todos os trabalhos selecionados constarão da mostra online e do catálogo impresso por meio de financiamento coletivo, com a mostra física composta pelos trabalhos premiados, como acontece nas principais premiações de design da Europa, Estados Unidos e Ásia.

As inscrições de trabalhos já estão abertas e devem ser feitas pelo sitio http://bienaladg.org.br/